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elbow_eater [userpic]

Run, Forrest! Run!

June 18th, 2007 (12:06 am)
busy

current location: Home
current mood: busy

I must have a serious problem with logistics: everything around me seems to stay in some kind of suspended-life-state until Friday night comes.
Then, it's hell.

(And after that, the first thing I recognize is Monday, which is not very far from a slow-motion Purgatory.)

elbow_eater [userpic]

Das Buch ist auf den Tisch.

June 15th, 2007 (12:06 am)
cheerful

current location: Home
current mood: cheerful
current song: Queen - Killer Queen

Ja! Endlich habe ich mein offizielles Trikot der Deutscher Fussball-Bund bekommt!
(Watch out, Goethe. Here I come.)

As a side note: das kleines Schafchen ist nicht auf Baumwolle gemacht.

elbow_eater [userpic]

There's never a subject.

June 8th, 2007 (03:21 am)
apathetic

current location: Home
current mood: apathetic
current song: Mama Cass - Make Your Own Kind of Music

It's almost 3 am, and I don't feel like I'm as sober as I should be. Now, don't get me wrong: I've had less than half a bottle of dark beer, which is far from what it takes to make me drunk. I'm sleepy, that's all,  [...]


I should update my LJ more often. (And my blog, as well.)


_______

... The lines above were part of a post I was writing on a night already lost in time (please, let me emphasize I was not drunk). As you guys can see, I still have problems with updating, even though I finally managed to have some time for myself. But look how ironic life may be: I've been playing with Photoshop and Dreamweaver for so long that it's already 3 am in my new universe and - guess what - I'm almost falling asleep.

Anyways. We (?) finally got a new layout! And a HEADER IMAGE! *__*  All that thanks to my sweet sibling /prudencechan. (Gotta love her.) So, I'll really try to honor her efforts and give a bit of soul and joy to this LJ. Even though I'm quite sure nobody reads it.

Keep coming for news. Maybe tomorrow you will find a word or two about mojitos.

elbow_eater [userpic]

My band is...

December 15th, 2006 (02:42 pm)
distressed

current location: At work
current mood: distressed

Describe yourself using one band and song titles from that band. Choose a band/artist and answer only in song titles by that band.
(I've stolen this from /prudencechan's blog. XD)

My band is Rammstein

Are you male or female: Küss mich
Describe yourself: Rosenrot
How do some people feel about you: Spiel mit mir
How do you feel about yourself: Zwitter
Describe your ex girlfriend/boyfriend: Herzeleid
Describe your current girlfriend/boyfriend: Du Riechst So Gut
Describe where you want to be: Reise, Reise
Describe what you want to be: Ein Lied
Describe how you live: Asche zu Asche
Describe how you love: Sehnsucht
Share a few words of wisdom: Rein raus

elbow_eater [userpic]

Ho-Ho-Ho

December 15th, 2006 (01:59 pm)

my xmas stocking )

elbow_eater [userpic]

The LJ Map

December 5th, 2006 (12:42 am)

I'm trying to get all my Livejournal friends' locations plotted on a map - please add your location starting with this form.
Username:
(Then get your friends too!)


BTW, this is [info]prudencechan invading my beloved sister LJ because SHE IS TOO LAZY TO UPDATE. I still love her, anyway. XD

elbow_eater [userpic]

100 questions, a lot of patience.

September 25th, 2006 (04:42 pm)
anxious
Tags:

current location: At work
current mood: anxious

And I dare you to answer all of them.
Hah!

elbow_eater [userpic]

Just babbling.

July 17th, 2006 (06:30 pm)
tired

current location: At work
current mood: tired
current song: Ken Hirai - Pop Star (playing in my head)

... I should be working.
(Hm. Please, let me introduce you guys to the actual scenery: my desk is right behind my boss', and he has just asked me to finish a briefing before leaving. And I hope, my dears, to go home before 8 o' clock.)

But it been so long since the last time I've logged in, I couldn't resist.

The initial plan was just to read Dear Prudence's last posts. And, as I don't know by heart her LJ address (I don't even know mine!), logging in seemed to be the only way.

(Ok, boss is gone, the briefing is almost finished and I've still got half an hour. Lucky day.)

Not that I really have something in mind, here; days are running so fast that I can't make a record of what happened. I mean... My vacations have just begun and I'm already foreseeing the next semester in college. I'm sticking to my routine as I've never done before, trying to adapt myself to it and find time, but that's not as easy as I thought it would be.

At least I've learned to like this little madness I got myself into.

(And the briefing is done.)

elbow_eater [userpic]

Versalhes

May 12th, 2006 (03:32 pm)
tired

current location: At work
current mood: tired

É impressionante como o mundo inteiro pode se dissolver em uma nuvem de vapor. Fechado o box, não há mais brigas, gritos, ameaças e caras amarradas; tudo escoa pelo ralo enquanto, em algum lugar no meu cérebro, a clássica cena de Psicose dá o ar da graça. Não posso deixar de rir, seja pela associação tola, seja pelo prazer em sentir a água dolorosamente quente atingir meus ombros e cobrir meu corpo – uma carícia mais que bem-vinda, em tempos de guerra. Ordenei um cessar fogo e vim me refugiar no local que elegi como meu bunker.

Não chego a dar atenção à porta abrindo, ainda que essa invasão me incomode um pouco. Sem falso pudor, fique claro. O que me enerva é ter minha solidão interrompida, meu desejo de isolamento ignorado. Prefiro não me manifestar, no entanto; provavelmente isso só serviria para reacender a animosidade de alguns minutos atrás. Apenas quero saber quem é, e por que é tão difícil permitir a alguém um mínimo de privacidade.

Ah, claro. É ele, o inimigo – e, pensando bem, não poderia ser nenhum outro. Quem mais seria presunçoso o bastante para se julgar no direito de invadir um banheiro ocupado? Observo o vulto pelo canto dos olhos, e vejo que ele pára em frente à pia. Se veio atrás de aspirina ou da pasta de dentes, não é problema meu; ele que se resolva e vá embora de uma vez.

Pergunto-me se ele é capaz de ler a minha mente e faz isso só para me irritar ou se sua atitude é fruto de um dom sobrenatural. Ao invés de me poupar da lembrança constante de sua existência, ele parece ficar uma vida observando o próprio reflexo no espelho do armário – ainda que, considerando a temperatura da água, duvido que ele consiga ver qualquer coisa. Por que, então, ele insiste em permanecer aqui?

Certo, ele me ouve, agora eu tenho certeza. É a única maneira de explicar sua súbita decisão de fechar o tampo do vaso e sentar-se ali, como se fosse a coisa mais natural do mundo. E sinto cada um dos nós de tensão já desfeitos voltando, enquanto espero que ele fale algo. Afinal, é isso, não é? Veio aqui em busca de um acordo, sem atentar para o fato de que definitivamente esse não é o momento mais apropriado.

Não, não é isso.

Eu permaneço imóvel, o peso do silêncio me perturbando cada vez mais; ele, por sua vez, contraria qualquer expectativa minha e não diz uma palavra sequer. Chega a ser irônico, considerando que costumamos brigar justamente por conta de sua incapacidade de manter essa boca fechada. Talvez ele não queira discutir, e eu agradeço por isso. Mas não é exatamente confortável tê-lo do outro lado da porta semitransparente.

... Pro inferno com isso.

Dou de ombros, apenas para descobrir que eles voltaram a doer como se eu tivesse carregado o mundo nas costas. Nada bom. Ao menos isso dá fim à minha (pouca) paciência e, sem agüentar mais essa situação, volto à minha ducha; só agora eu noto como tinha encolhido o corpo, numa tentativa inconsciente de preservar um mínimo de dignidade. Besteira! Se há alguém errado aqui, não sou eu, certo? Certo. E, pouco a pouco, a água quente torna tudo mais ameno, quase distante. O efeito é comparável ao de uma dose razoável de álcool, suponho.

Ainda assim, por mais vago que tudo pareça ser, um fiapo de consciência mantém parte da minha mente presa ao lado de fora. Nem mesmo o cheiro de banho (ou o xampu queimando minha vista, que seja) me afasta a impressão de que ele acompanha cada movimento da minha imagem embaçada pelo blindex. O que não é muito diferente do que faço. Por mais que eu tente deixar isso de lado, insisto em procurar na sombra dele algum sinal que possa ler, qualquer coisa que me diga o que diabos ele está esperando – talvez até mesmo o que eu estou esperando. Mas não. Ninguém diz nada e, se meus gestos seguem ainda mais contidos que o habitual, ele não esboça ação alguma. Tudo que tenho é a (estranha) certeza do peso do olhar dele enquanto eu fecho a torneira e espano a água do corpo.

Sem mais, abro um pouco a porta e, braço estendido, tateio a esmo, procurando por algo que não encontro. E eu realmente me assusto com o box sendo aberto por completo, de forma brusca. Se o que ele queria era chamar minha atenção, conseguiu. Encaramo-nos, enfim, e há algo de incômodo em não encontrar o costumeiro sorriso no seu rosto, que ostenta uma expressão digna de uma esfinge. Mas, como ele lê meus pensamentos (é fato), me interrompe antes que eu seja capaz de decifrá-lo, me oferecendo uma toalha branca, com um breve erguer de sobrancelhas. Ironia das ironias.

Eu não agradeço, e ele não parece fazer questão disso. Apenas seco um pouco a pele, admitindo interiormente minha desvantagem no campo. Mesmo ao enrolar a toalha na cintura, eu ainda tento entendê-lo, mas em vão. Esse truque, só ele sabe fazer – ou então eu é que sou previsível demais.

Volto-me na sua direção uma última vez, já prestes a deixar o banheiro. Ele continua me observando, enquanto os nós nos meus ombros se formam outra vez e algo no fundo da minha cabeça soa como uma série ininterrupta de cliques numa cadência de aceleração constante. A insistência no gatilho de uma arma sem balas. Um pensamento que não se completa. Largo a maçaneta (há quanto tempo minha mão estava ali?) como num reflexo da imagem que me vem dessa vez: um soldado de posse do mais moderno aparato tecnológico, mas sem munição. Sob cerco. Ficando aqui, eu não tenho ação, mas sair implica na humilhação de abandonar o campo de batalha e me submeter ao julgamento de guerra. E eu procuro uma resposta ao meu redor, da porta ao box, mas tudo que tenho é o vapor que não cessa, a urgência que me toma os nervos e pensamentos mais rápidos e desconexos do que posso acompanhar – eles seguem o ritmo dos cliques que não param.

Ele continua me observando. Tão calmo que quase espero que ele saque um cigarro de lugar nenhum e siga com o seu ritual, mas ele não faz nada. Ele: o inimigo, a dor-de-cabeça, o sujeito que ninguém consegue mencionar sem usar um xingamento. O cara que pensa ser dono de todas as idéias, todas as cartas. Mas não é assim que funciona, não comigo. Um último clique vem sem pensar: o som do trinco da porta virado depressa, agora que minha paciência se perdeu de uma vez por todas. Porque já é hora de deixar claro que eu não faço jogos.

Abrir fogo.

elbow_eater [userpic]

Memo

May 4th, 2006 (12:20 am)
indifferent

current location: At home
current mood: indifferent
current song: Silent Hill 3 OST - Silent Hill no Uta

Note to self: write more entries about bizarre dreams; everybody likes insane things produced by a subconscious mind.

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